sábado, 13 de novembro de 2010

Livros versus Filmes



Confira dez livros de grande sucesso que foram adaptados para as telonas

SÃO PAULO - Há quem goste de ler um bom livro, mas há também quem prefira conferir uma aclamada adaptação para o cinema ao invés de folhear as páginas de uma obra. Numa tentativa de agradar a todos os gostos e estilos, diretores e produtores transformaram diversos best-sellers em filmes ao longo das últimas décadas. No entanto, existe aquela velha polêmica de que a história, quando escrita, é sempre muito melhor do que quando transformada num longa. Você concorda? Dentre tantas opções, o Famosidades selecionou dez das adaptações mais conhecidas do cinema mundial. Confira!

Harry Potter: Os sete livros da série que conta a história de um menino que descobre ser bruxo foram escritos pela britânica J.K. Roling e o sucesso obtido nos últimos anos é, de fato, inegável! Trazendo o jovem Daniel Radcliffe na pele do protagonista, os longas se referem aos anos em que Potter estuda na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e sua luta contra Lord Voldemort, o mais temido bruxo das trevas. Além dos diversos filmes já lançados pela Warner Bros, a franquia garantiu a venda de milhares de brinquedos, revistas, pôsteres, games e, pasmem, até mesmo a criação de um parque temático localizado na Flórida, com lançamento previsto para o mês de junho deste ano. No mundo todo, a saga tem bilhões de fãs que parecem estar se multiplicado aos montes, como num passe de mágica!

O Senhor dos Anéis: A trilogia criada por J.R.R. Tolkien em 1954 fala sobre o "um anel", cujos poderes são inimagináveis. O hobbit Frodo Baggins - interpretado no filme de Peter Jackson por Elijah Wood - é o responsável por destruí-lo, pois a força do objeto é tão grande que é capaz de enlouquecer aquele que o possuir. Para tal é formada uma sociedade entre humanos, elfos e anões, encarregados da segurança de Frodo. Se conseguir concluir a missão de acabar com o "um anel", automaticamente o jovem hobbit põe fim à vida de Sauron, o Senhor das Trevas. "O Retorno do Rei", a adaptação para o terceiro livro da saga, é também o terceiro filme de maior sucesso de bilheteria de todos os tempos!

Crepúsculo: Stephenie Meyer ganhou o coração de milhares de adolescentes em todo o mundo quando criou, em 2005, a apaixonante história de amor entre o sofisticado vampiro Edward Cullen a atrapalhada humana Bella Swan. Três anos depois do lançamento da obra, o longa enfim ganhou sua adaptação para as telonas. Com Robert Pattinson e Kristen Stewart na pele do casal-protagonista, o enredo traz também diversas cenas de ação e aventura, numa batalha emocionante entre o bem e o mal. No entanto, a essência dessa história é o romance "água com açúcar" vivido pelos personagens principais. Para o público teen, com certeza vale a pena!

Marley e Eu: Quem nunca teve um cachorrinho lindo, mas que só causava confusão? É disso que trata o livro de não-ficção escrito por John Grogan, um jornalista norte-americano. O cachorrinho Marley, um enorme labrador que adorava roer qualquer objeto que estivesse em seu caminho, é o protagonista desta história de amor entre um bichinho e seu dono! Tão encantadora, a obra ganhou uma versão para o cinema em 2008, com Owen Wilson no papel do autor e a atriz Jennifer Aniston como sua esposa. Foram 13 anos de muita confusão e histórias para rir ao cuidar de um cãozinho dócil, porém de mais de 40 kg, até que infelizmente chega a sua hora... E esse triste fim é o motivo para tantas pessoas terem saído com os olhinhos cheios de lágrima ao final da sessão de cinema.

O Código da Vinci: Dan Brown acertou na fórmula ao lançar em 2003 aquele que viria a ser um best-seller mundial com mais de 80 milhões de cópias vendidas no mundo todo. O romance policial conta a trajetória de Robert Langdon, um renomado professor de simbologia da Universidade de Harvard, que tem uma missão: descobrir os segredos que esconde a Opus Dei, uma seita pertencente à Igreja Católica. A tarefa, porém, não é nada fácil! Langdon se envolve com diversas pistas, charadas e enigmas complicados para chegar ao seu destino. Em 2006, quando o livro foi adaptado, o consagrado Tom Hanks foi o responsável por dar vida ao protagonista.

O Diário de Bridget Jones: O livro de Helen Fielding deu origem em 2001 a uma comédia romântica britânica, dirigida por Sharon Maguire. Com Renée Zellweger no papel principal, a história traz o dia a dia de uma solteirona de 30 anos. Um pouco cheiinha, Bridget vive se metendo em uma confusão atrás da outra por causa de sua necessidade de encontrar um namorado. Quando nada dá certo, qual a solução? Afogar as mágoas com - muito mais que - um belo pedaço de pizza, seguido por uma deliciosa torta de creme e muito chocolate e sorvete. Para quem não sabe, a atriz precisou engordar mais de 10 kg para viver a gordinha mais querida e atrapalhada do mundo do cinema.

O Fantasma da Ópera: A novela francesa escrita por Gaston Leroux, publicada pela primeira vez em 1910, já ganhou diversas adaptações não só para o cinema, mas também para o teatro, principalmente na Broadway. A história original se passa no século XIX, na mal assombrada Ópera de Paris, segundo seus funcionários. Há um "fantasma" que, quando se apaixona pelo jovem bailarina Christine Daaé, tenta levá-la para o seu "mundo subterrâneo". A adaptação mais atual para o cinema foi dirigida por Joel Schumacher e contou com Gerard Butler (Fantasma) e Emmy Rossum (Christine) no elenco.

O Exorcista: O thriller foi baseado no livro de William Peter Blatty, publicado em 1971, e há boatos de que a história tenha sido baseada em fatos reais, segundo relato de um padre norte-americano que afirmou ter feito o exorcismo de um demônio em um menino de 13 anos em 1949. A história trás a menina Regan, que fica "doente" de forma inexplicável, passando a ter distúrbios paranormais, alterações físicas e ganhando poderes sobrenaturais. O Exorcista fez tanto sucesso que levou duas estatuetas no Oscar de 1974 ("Melhor Roteiro Adaptado" e "Melhor Som"), além de ter recebido outras oito indicações. O filme homônimo foi lançado em 1973 e, mesmo assim, é capaz de causar medo nos espectadores até hoje!

O Segredo de Brokeback Mountain: A autora Anne Proulx lançou pela primeira vez em 1997, na revista The New Yorker, o conto que viria chocar a sociedade em geral e quebrar tabus e paradigmas da época. Durante o verão de 1963, os jovens vaqueiros Jack (Jake Gyllenhaal) e Ennis (Heath Ledger) se conhecem e, depois de muito conviverem a sós, não conseguem controlar a paixão que se estabelece entre os dois. A dramática história de amor vivida pelo casal gay dura mais de 20 anos. Com direção de Ang Lee, o filme (2005) ganhou o Oscar 2006 em três categorias, mas o prêmio mais interessante foi o de "Melhor Cena de Beijo", entregue pelo MTV Movie Awards em 2006.

Planeta dos Macacos: Idealizado pelo escritor francês Pierre Boulle em 1963, o filme conta a história do astronauta Leo Davidson (Mark Wahlberg) que, dentro da espaçonave, sofre um acidente por causa de uma tempestade eletromagnética. O rapaz vai parar num planeta desconhecido, onde primatas vivendo em comunidade dominam a espécie humana, escravizando-a. Leo não concorda com a situação de opressão e, por se tornar uma ameaça à ordem do planeta, passa a ser caçado, causando uma verdadeira revolução naquele mundo. O enredo teve duas adaptações para o cinema: a de Franklin J. Schaffner em 1968; e a mais comum, dirigida por Tim Burton em 2001. Na década de 70, o longa de Schaffner teve ainda quatro continuações.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Luta dos sexos: Mulheres ganham espaço em profissões tipicamente masculinas

Por mais que a sociedade busque a justiça e o ideal de igualdade por anos a fio, essa utopia parece estar cada vez mais longe com o passar dos anos, ao invés deste quadro modificar-se graças ao processo de democracia e ao advento da Internet. Mesmo com a luta das mulheres pelos seus direitos desde a Idade Média até hoje, o desajuste social se mantém firme e forte quando o sexo frágil é comparado ao seu equivalente masculino.

Depois de muito baterem o pé para garantir o direito de usar calças e votar, a nova iniciativa da mulherada é a de buscar condições justas e igualitárias também no ambiente de trabalho. Tal movimento vem se mostrando um tanto positivo, apesar de isto ser apenas o começo de uma grande luta socioeconômica.

Os motivos para tal busca incessante são os mais variados possíveis, desde o simples luxo de mostrar que as mulheres são tão capacitadas quanto os homens, bem como a necessidade de sustentarem sozinhas as suas casas e famílias, por vezes sem a figura de um pai para cabecear e administrar os gastos mensais – como sempre foi durante décadas na sociedade Moderna.

A princípio, as mães de família e mulheres independentes foram conquistando espaços como as grandes empresas, passando a ter tanto ou mais destaque e prestígio que os homens. Mas, como é sabido, o preconceito existe e vários cargos sempre foram chamados de "exclusivamente masculinos".

O termo, o entanto, não intimidou a classe feminina, que se rendeu – com muito esforço e determinação – a profissões como a de caminhoneiras, motoristas de ônibus ou táxi, árbitras de futebol, frentista e mecânicas, sushiwomans, bombeiras, coveiras, pastoras de igreja, eletricistas, a própria área de construção civil e até mesmo o cargo de presidenta - como já ocorreu em diversos países aqui mesmo na América Latina.

É esse tipo de desajuste social que precisa, inclusive, de apoio da população para que o acesso ao emprego seja facilitado às mulheres, sem que haja essa "vista grossa" só porque elas são consideradas mais delicadas e frágeis. Tal afirmação trata-se de uma visão machista, típica da sociedade por muitos anos, mas que já está mais do que na hora de ser combatida.

Estágios não proporcionam boas condições de trabalho aos universitários

O ingresso na faculdade significa, para o jovem de hoje, a oportunidade de crescer profissionalmente. Por meio dos cursos de graduação, os estudantes universitários estabelecem metas e objetivos para a construção de uma carreira sólida e bem administrada. E é a partir das experiências em estágios que eles, cada vez mais preocupados em garantir sua independência financeira, podem começar a traçar a vida de trabalho.

Os estudantes estão sempre cheios de expectativas quanto ao primeiro emprego, idealizando que essa será a grande chance de desenvolver as habilidades que lhes foi teorizada nas universidades. Seus sonhos, porém, acabam lhes frustrando... O administrador deseja estar à frente de uma renomada empresa, o médico quer salvar vidas, o jornalista sonha em escrever para uma revista ou jornal de grande circulação, mas nada disso acontece... E vem a decepção.

Muitas vezes, as oportunidades de estágio não estão de acordo nem mesmo com as leis que regem esse tipo de contratação. Os chefes aproveitam-se dos estudantes para gerar mão-de-obra barata, pagar menos pelas mesmas vantagens que teriam ao contratar profissionais formados, com anos de experiências.

Além de péssimos salários, os estagiários muitas vezes não conseguem garantir seus direitos trabalhistas, tendo de trabalhar além do seu horário, algumas vezes até mesmo no final de semana, sem horário para relaxar e tomar um café, exaustos por causa do expediente.

Há ainda duas outras situações capazes de decepcionar qualquer estagiário: trabalhar numa área com a qual ele não está ambientado, por não se tratar da área na qual ele está estudando, devido à necessidade de garantir sua renda; ou simplesmente não trabalhar – ficar algumas horinhas ali sem receber qualquer função, apenas para cumprir o tempo estipulado pelo contrato, mas sem exercer alguma função. Dois casos simplesmente imperdoáveis de se darem em um estágio, já que sua proposta é fazer o universitário colocar em prática aquilo que as aulas lhe proporcionam.

Os estágios devem ser vistos, no entanto, como uma das melhores formas de fazer o estudante errar e acertar em sua profissão, sempre com o auxílio e apoio de uma pessoa da mesma área, desde que já inserida nessa carreira. O jovem trabalhador, além disso, deve ser respeitado como qualquer outro funcionário em uma organização, visto como um alguém que, futuramente, terá todas as qualificações necessárias para ser um grande profissional, como qualquer outro que já está ali dentro.

domingo, 12 de setembro de 2010

Entrevista: Bianca Rinaldi



Protagonista de "Ribeirão do Tempo", atriz fala sobre carreira e família

Dentre os primeiros trabalhos, Bianca Rinaldi despontou nas telinhas quando deu vida à personagem Ludmilla Lópes, em 2001, na novela "Pícara Sonhadora". Na pele de uma jovem batalhadora, a atriz ganhou no SBT o espaço que precisava para crescer na carreira.

"Com a Mila Lópes comecei a adquirir experiência como atriz e protagonista. Gravava muitas cenas por dia, o que exige muita concentração", contou a loira, conhecida ainda por ter atuado em "A Escrava Isaura", "Prova de Amor" e "Caminhos do Coração", todas da Rede Record, onde ela trabalha até hoje.

Bianca aproveitou a deixa para falar ainda do seu papel atual, como a poderosa Arminda na novela "Ribeirão do Tempo", na emissora de Edir Macedo: "Arminda é uma pessoa fria, objetiva, arrogante, totalmente voltada ao trabalho e aos seus objetivos pessoais".

Como protagonista da trama, criada por Marcílio Moraes, ela tem contracenado com Caio Junqueira. Em entrevista ao Famosidades, ela contou que seu trabalho é nada menos que "uma rotina de muito trabalho e diversão".

Confira na íntegra a entrevista com Bianca Rinaldi, que não deixou de falar a respeito dos anos de carreira, bem como a nova vida como mamãe e o atual projeto de trabalho na Rede Record.

FAMOSIDADES – Sua personagem é Arminda, uma alta executiva na novela "Ribeirão do Tempo", substituta de "Poder Parelelo" na Record. Como é a personalidade dela?

BIANCA RINALDI – Arminda é uma pessoa fria, objetiva, arrogante, totalmente voltada ao trabalho e aos seus objetivos pessoais.

Como protagonista, a poderosa Arminda se apaixonará por Joca, um rapaz simples. Como é contracenar ao lado de Caio Junqueira? Como se dará o romance entre dois personagens de origem diferente?

O Caio é uma pessoa generosa e amiga. Entre Arminda e Joca existe muita paixão, romance e muita comédia.

Qual a importância de Arminda no desenrolar da trama de Marcílio Moraes?

Arminda e Joca são os pilares da novela. Ela, encabeçando a construção do grande empreendimento em "Ribeirão do Tempo" e, ele, tentando desvendar os assassinatos misteriosos que estão ocorrendo na cidade. Ela tentando resistir a essa paixão e ele tentando conquistar de vez o coração dela.

Como anda a sua rotina de gravação em "Ribeirão do Tempo"? Quando tempo se dedica diariamente às gravações?

Uma rotina de muito trabalho e diversão. O tempo de dedicação às gravações vai de acordo com o roteiro. Posso gravar o dia inteiro como posso ficar um dia sem gravar, depende da necessidade.

Para compor a personagem, você precisou clarear bastante os cabelos, além de deixá-los bem lisos e curtinhos. Como se sentiu com a mudança drástica? Demorou muito para se acostumar? Aprovou o novo look?

A mudança faz parte da minha profissão. Não tenho problemas com isso, claro que estranhei um pouco, mas gostei e me adaptei rápido.

A personagem Mila Lópes, da novela "Pícara Sonhadora" (exibida em 2001, pelo SBT), foi sua primeira protagonista. Na sua opinião, qual a importância deste papel, desde então, para a sua carreira?

Com a Mila Lópes comecei a adquirir experiência como atriz e protagonista. Gravava muitas cenas por dia, o que exige muita concentração.

Tanto na novela "A Pequena Travessa", do SBT, quanto em "Os Mutantes - Caminhos do Coração", você protagonizou dois papéis ao mesmo tempo. De onde você tira tanta energia para trabalhar dobrado e o que achou da experiência?

Amo o que faço!!!! São experiências únicas na minha vida.

No ano de 2004, você mudou de emissora, deixando o SBT para integrar o elenco de "A Escrava Isaura" (da Record, onde está até hoje). Como foi esse desligamento com a emissora de Silvio Santos?

No SBT meus contratos foram só por novela, não teve nenhum desligamento.

Nas novelas de Tiago Santiago ("Caminhos do Coração" e "Os Mutantes - Caminhos do Coração"), você precisou trabalhar o tempo todo com os efeitos especiais. De que maneira isso dificulta na hora do trabalho e como você driblou tal dificuldade?

Até aprender e entender como se grava com efeitos especiais, existe uma dificuldade de encaixar o emocional com o efeito, mas depois que se aprende fica mais fácil.

De todos os trabalhos que realizou na TV até hoje, qual a sua personagem favorita e por quê?

Tenho carinho por todos os personagens.

Em novelas como "Pícara Sonhadora", "A Escrava Isaura" e "Caminhos do Coração", seu trabalho com certeza contribuiu para alavancar a audiência das emissoras SBT e Record. Qual a sensação de saber que seu trabalho como atriz é bastante reconhecido pelo público?

É gratificante, faço meu trabalho para o telespectador e se eles gostam, fico muito feliz.

Em agosto de 2006, você fez um ensaio sensual para a revista VIP. Hoje em dia, você aceitaria uma nova proposta, seja da VIP ou de outra publicação?

Depende do momento, da proposta.

Segundo entrevista à revista "Contigo!", você engravidou por inseminação artificial. Você e Eduardo estavam bastante ansiosos para ter um filho? (no caso, duas!)

Fizemos in vitro porque tivemos que fazer, não foi por ansiedade. E ansiedade não faz bem a ninguém. Para nós foi tudo muito tranqüilo.

Suas filhas, as gêmeas Beatriz e Sofia, completaram no semestre passado um aninho de idade. Como foi a comemoração para o dia 10 de maio?

Elas fizeram um aninho, foi lindo. Juntei meus amigos e comemoramos o aniversário delas. Elas adoraram.

Por falar nas meninas, qual a experiência de ser mãe de gêmeas? Como é a rotina de trabalhar na TV e ainda ter duas meninas muito pequenininhas para cuidar?

É uma delícia, às vezes me desdobro para conciliar minhas coisas com minhas filhas, no final da tudo certo. Meu dia é sempre muito feliz, graças a Deus.

E o papai Eduardo Menga? Como ele costuma ajudar na hora de cuidar das pequenas?

Eduardo está sempre pronto para ajudar, se diverte com as filhas. É um paizão e um maridão.

domingo, 15 de agosto de 2010

Sobre elefantes e espigas de milho


Seu nome era José. Zé para os íntimos. Apesar de suas roupas sujas e remendadas e de sua aparência bruta, era um homem de semblante calmo e que transparecia sensibilidade no seu olhar.

Pés descalços e maltratados, calças pula-brejo feitas de sacaria, canelas finas... O maranhense era realmente um magricela – mais parecia uma lombriga! Com a camisa aberta para evitar o calor do fim da tarde, Zé tinha mãos calejadas, o que evidenciava o seu ofício. Artesanato.

Vivia numa simples casa de pau-a-pique, fruto de muito suor e trabalho. A moradia ficava bem próxima à praia, onde costumava vender suas peças. Marido de Antonia. Se apaixonaram em um verão e, meses depois, juntaram seus trapos – que eram poucos – por conta do bucho inesperado da moça.

Hoje, com seis filhos, o casal continua a vender seus artesanatos pela cidade. Ele, esculturas. Ela, bordados. Zé costumava ficar na pracinha principal, um dos pontos turísticos mais visitados em época de férias. E foi ali que eu o conheci.

“Moço, quanto que tá esse casal de elefantes? Quero levar para a minha mãe, que mora no interior de Minas.” O pobre homem levantou o olhar e, com um sorriso no rosto, disse que os objetos custavam muito menos do que eu esperava. Uma bagatela perto do valor simbólico que tais esculturas mereciam.

Fiquei impressionado com a capacidade que Zé tinha de esculpir animais de todos os tipos em simples espigas de milho. “Onde foi que você aprendeu?”, quis saber. Ele me explicou que aprendera a técnica com seu pai, quando ainda era um menino. De família muito pobre, eles só tinham milho, cultivado por eles, para comer. Era preciso ter mais um ganha pão: com as sobras, esculpiam desde animais a pessoas.

Ainda impressionado com o dom de transformar algo tão banal em arte rica de detalhes, perguntei como era possível esculpir em restos de comida um elefante tão fiel à realidade. “Apenas tirei o que não era elefante.” É incrível como, depois que conheci o Zé, eu passei a ver a vida de uma maneira mais simples.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Ídolo teen da atualidade, Luan Santana admite que já beijou fã



Cantor contou ainda que pretende lançar novo CD até o final do ano e fazer shows no Norte e Nordeste

Todo mundo, em algum momento da vida, teve algum ídolo. Quando se é adolescente então... é uma veneração a cada instante. Hoje, um dos objetos de desejo das meninas do país atende pelo nome de Luan Santana.

Com apenas 19 anos e fã incondicional de Zezé di Camargo e Luciano desde criança, ele é considerado atualmente um fenômeno da música sertaneja. Como consequência, há um fanatismo (às vezes exagerado) que Luan Santana tira de letra.

"Eu não diria que me assusta; mas é supreendente a cada dia e eu gosto muito disso aí. Tem gente que passa da linha, tem gente que fica doente, com febre quando está chegando perto do show, vai parar no hospital... Outras correm atrás da van no meio do trânsito violento", contou o cantor ao Famosidades.

Mesmo com tantas atitudes e situações inesperadas, ele afirma que gosta deste clima.

"Estamos atingindo um público diferente, totalmente histérico e estou gostando muito dessa fase, dessa vida que eu estou levando. Meus fãs são a razão de estar aqui, com certeza", declarou, politicamente.

Tanto é que demonstrações de carinho não faltam em sua vida: o cantor contou que já está ficando acostumando com o número de tatuagens que as fãs fazem em sua homenagem. Mas a história que mais o surpreendeu foi a de uma garota que entrou no porta-malas da van da equipe e foi com o pessoal para outra cidade.

"Saímos de um show [em Londrina], fomos para um hotel [em Maringá]. Quando chegamos, abrimos o porta-malas e a menina estava lá, falando até que ia entrar no quarto", lembrou, aos risos. E para resolver essa situação? "Então, a gente colocou a menina dentro da van e a levamos de volta para a casa dela", explicou Luan. A fã, aliás, era menor de idade.

Uma revelação que pode levar as fãs à loucura é que o cantor já beijou algumas delas! "Já, já. Eu me envolvi, eu já fiquei com fã", assumiu. "Mas só fiquei", fez questão de esclarecer o cantor, que teve sua rotina totalmente modificada pela fama: "Não posso ir na padaria, no super mercado, mudou tudo!".

Contando que começou a cantar com apenas 3 aninhos de idade, ele confessou que tem metas grandes: "Fazer sucesso em outros países e crescer cada vez mais aqui no Brasil também".

O cantor considera a música como sua profissão desde os 15 anos, quando fez seu primeiro show em Bela Vista, Mato Grosso do Sul, para cerca de mil pessoas - "no máximo", afirmou o cantor, lembrando do início de sua carreira.

Hoje, depois da reviravolta em sua vida, o cantor se apresentará pela terceira vez consecutiva na "Festa do Peão de Barretos", dessa vez na área nobre - nas outras, Luan ficou em palcos paralelos. "Foi muito legal, a galera recebeu a gente muito bem, já deu para sentir o que a galera quer ouvir", declarou ele sobre as experiências anteriores a respeito da festa anual.

Ao longo de 2010, o jovem cantor prepara surpresas: "Até o final do ano, a gente lança uma coisa nova para a galera. Até lá, quem sabe, um CD - mas talvez a gente solte alguma coisa antes". Atualmente, o cantor tem trabalhado com o segundo CD de sua carreira, "Luan Santana ao Vivo", lançado em janeiro de 2009.

Outra meta de Luan é expandir a música para regiões em que sua música ainda não é conhecida. "A gente vai fazer turnês no Nordeste, onde a gente nunca foi, no Norte...", contou ele, sem afirmar com exatidão quando pretende transformar seus objetivos em realidade.

Entrevista: Jair Oliveira



Cantor acaba de lançar o musical infantil "Grandes Pequeninos" ao lado da esposa Tania Khalill

Aos 35 anos, o cantor e compositor Jair Oliveira já tem uma carreira mais do que consolidada. Sua vida artística começou cedo: quando criança, fez parte do grupo "Balão Mágico" durante a década de 80.

Daí para frente, Jair não parou mais. Hoje, com mais de dez CDs/DVDs gravados, ele acaba de lançar-se no espetáculo "Grandes Pequeninos". Em cartaz no "Teatro Folha" desde o dia 2 de abril, o musical infantil foi baseado no livro-CD homônimo, lançado por Jair e sua esposa, a atriz Tania Khalill, em 2009.

"Quando nossa filha Isabela nasceu, eu fiz essas canções estritamente para cantar para ela", explicou o cantor, em entrevista ao Famosidades. Seu trabalho como compositor se deu com base nas suas experiências ao lado de Tania, ambos pais de primeira viagem. A pequena Isabela nasceu em julho de 2007, tornando-se fonte de inspiração para todo esse trabalho.

Além da peça, Jair contou que seu ano começou bastante acelerado. Além de ter lançado em janeiro - ao lado da sua irmã Luciana Mello - o DVD "O Samba me Cantou", o músico vem com mais uma novidade. O trabalho trata-se de um livro-CD com 17 faixas inéditas, além das 130 páginas sobre o processo de produção e making off do disco.

Filho do também cantor Jair Rodrigues, ele conta que não foi tão simples assim consagrar-se como um dos nomes da música brasileira. "No começo da minha carreira, muita gente olhava com desconfiança. Não é porque você é filho de alguém de carreira bem sucedida que você não vai lutar por reconhecimento. Às vezes, é até mais difícil", comentou.

Confira na íntegra a entrevista com Jair Oliveira, que falou a respeito da peça que acaba de estrear, família, próximos projetos e, é claro, sobre os grandes trabalhos ao longo de sua carreira.

FAMOSIDADES – Ao lado da sua esposa, Tania Khalill, você acaba de se lançar no teatro na peça "Grandes Pequeninos", baseada no livro-CD lançado por vocês em 2009. Como surgiu a ideia de transformá-lo em uma peça de teatro?

JAIR OLIVEIRA – A ideia, na verdade, surgiu muito espontaneamente. Quando nossa filha Isabela nasceu, eu fiz essas canções estritamente para cantar para ela. Eu não tinha nem a intenção de transformá-las em um disco. Foi num momento em que a gente estava ali com ela nos primeiros meses de vida, então tinha música da hora do banho; quando eu passeava com ela, outra música. Mas depois isso começou a gerar uma vontade de transformar tudo em disco. Então eu chamei uns amigos para me ajudar – Seu Jorge, Simoninha, Max de Castro, Vanessa Jackson, Pedro Mariano, meu pai [Jair Rodrigues], minha irmã [Luciana Mello] – e todos eles toparam com o maior carinho do mundo, até por se identificarem com a ideia. Depois, quando lançamos o livro-CD, a ideia estava muito mais madura. A Tania mostrou o projeto ao diretor do Teatro da Folha, Isser Korik, que se encantou com a ideia e decidimos transformar tudo isso no espetáculo “Grandes Pequeninos”.

Você precisou de algum tipo de preparação para se lançar no teatro? Se não me engano, é a primeira vez que você trabalha dessa forma, em espetáculo teatral.

É, não chega a ser de fato a minha primeira vez, porque eu já fiz participações no teatro, de outros gêneros. Mas é algo muito diferente da peça porque, apesar de a ideia principal estar baseada na música – que é o mais importante na história – é tudo pensado como se fosse um show, só que com cenas. Para essa montagem das cenas, a gente teve três ou quatro meses de ensaio intenso: cinco a seis horas por dia, cinco vezes na semana. Então, foi um processo intenso para todo mundo, não só para mim, até porque eu já atuei no cinema, na TV. Então, é uma linguagem que eu já estou acostumado. Além disso, pensamos no espetáculo muito mais como um show do que como uma peça. Enfim, foram ensaios muito intensos, um processo longo mas muito válido porque eu acho que todo mundo aprendeu bastante.

Essa é a primeira vez que você trabalha, de fato, ao lado da Tania num projeto, certo?

É a primeira vez que a gente contracena, mas a gente já fez trabalhos juntos de diversas formas, como tirar fotos para campanhas, comerciais... Então, é a primeira vez no teatro. Estamos sempre trabalhando juntos, independente de estarmos juntos no palco em si. Quando a Tania trabalha em novela, eu sempre a ajudo a passar texto, ajudo a compor a personagem... E quando estou gravando um disco, ela ouve as músicas, dá conselhos... É bacana!

Pretende repetir a experiência?

Na verdade, a ideia desse projeto “Grandes Pequeninos” é seguir a idade da minha filha. Agora ela já está com 3 anos, então, tem canções que já não fazem tanto sentido para ela – até porque ela já não mama, por exemplo. E tem outras canções que não entraram no disco, mas que agora fazem parte da realidade dela, porque ela já está começando a fazer, como escovar os dentes, comer sua comidinha... São coisas que fazem mais parte hoje em dia do cotidiano dela. A intenção desse projeto, então, é ter um “Grandes Pequeninos 2”, com outras músicas, com outra história. De repente até um “Grandes Pequeninos 3”... Mas não agora! Até porque, com esse espetáculo, talvez a gente faça um DVD lá para o começo do ano que vem.

Como está sendo a repercussão do trabalho? O público tem aprovado?

É um projeto que nasceu do amor de um pai de primeira viagem. Isso é transmitido tanto no disco, quanto no livro, quanto na peça. As pessoas, pelo menos as que vêm falar com a gente, percebem que é um negócio legítimo. É um projeto infantil que nasceu com a nossa filha. Tem muito desse amor, desse carinho que a gente tem e é transmitido na peça. Então a reação do público tem sido maravilhosa! Não só do público adulto, mas também das crianças, que se sentem maravilhadas. Minha própria filha não se interessou muito pelo projeto logo de cara – acho que até pelo fato de ela ver o processo todo. Depois, quando viu a peça, ela se encantou! Até pede para cantar as músicas todas. Além disso, diariamente eu recebo mensagens de mães, de pais que adoraram a peça e se identificam muito com as situações que gente apresenta ali. Tem sido uma experiência ótima; é uma alegria fazer esse espetáculo. A gente sempre se entrega muito, mas com esse espetáculo tem algo a mais, até pelo fato de termos feito isso para a nossa filha.

Vocês têm planos de ter mais filhos, para expandir essa experiência de pais de primeira viagem?

Ah, acho que depois que você tem um filho, a vontade é ter mais, mas a gente não sabe ainda. Filho é muito bom, é algo que te renova, é maravilhoso. Só quem tem sabe como que é essa reação de amor e total entrega que você tem. É claro que, agora que a gente já teve a Isabela, a vontade é ter mais, mas a gente não sabe ao certo ainda quando.

Além da peça, em que outros projetos você está trabalhando atualmente?
Tem um monte, graças a Deus! Este ano começou tudo muito acelerado, até por conta dos ensaios para o espetáculo. Mas isso também porque, no comecinho do ano, em janeiro, eu lancei um DVD com a minha irmã. E só agora que a gente está começando a divulgação desse projeto chamado “O Samba me Cantou” – um show meu e dela que foi transformado num DVD. Além dele, chegou às lojas um novo projeto meu. Chama “Sambazz” e é basicamente um livro que vem junto com um CD. Ele tem quase 130 páginas onde eu explico todo o processo de produção e making off do disco de mesmo nome, esse com 17 faixas, todas inéditas.

Com relação a trabalhos conjuntos, como que se dão esses projetos entre você e Luciana Mello?

Eu produzo todos os discos dela, por exemplo. A gente já está muito acostumado a trabalhar um com o outro, mas essa é a primeira vez que nos apresentamos como artistas, juntos, no mesmo palco. Nesse projeto, não sou eu produzindo ela.

Seu primeiro álbum solo foi "Dis'ritmia", lançado em 2000. O que mudou na sua forma de trabalhar desde aquele ano até o "Sambazz", seu projeto mais atual?

Não sei te dizer exatamente o que foi que mudou; mudar, certamente, mudou. Quando eu gravei o “Dis’ritmia” eu estava com 24 anos, tinha acabado de voltar dos Estados Unidos, onde fiz minha faculdade de música. Hoje eu já ganhei mais experiência. Acredito que tinha sido como um jogador de futebol: quando você é novo, você tem muito mais pique para correr, o que você vai perdendo a medida que fica mais velho. Mas, em compensação, você sabe mais como fazer a bola chegar mais rápido com menos esforço. Eu acredito que, na música, é tudo muito parecido. Você perde um pouco em velocidade, talvez em originalidade, mas ganha mais experiência e também em outros sentidos. Mas o “Dis’ritmia”, por exemplo, é um dos meus discos favoritos. Ele me serve de influência até hoje, inclusive para o “Sambazz”, que foi muito mais inspirado nele do que no meu último. Além disso, muita coisa mudou até pelo fato de eu ser pai – tanto na vida pessoa, como também na profissional. A mudança é meio natural: é como se o disco de 2000 fosse envelhecendo, se transformando um retrato do que eu sou agora.

O que te levou a divulgar o álbum "3.2" (2004) na internet?

Eu acredito muito na internet até hoje; para mim, ela é como uma “Direta Já” da nossa cultura. É uma libertação de uma ditadura cultural que a gente vive até hoje. A cultura de massa é muito dependente da televisão, o que é muito ruim. A Internet já é o contrário disso, é a visão do mundo, do Universo. Sempre acreditei nela como uma forma libertadora, então lancei o “3.2”, lançado exclusivamente na Internet – tanto é que eu mesmo só tenho essas músicas no meu Ipod. Eu acho que a indústria fonográfica ainda não apostou na internet como deveria apostar.

Quais foram os benefícios e malefícios dessa empreitada?

Apesar de ser uma forma de divulgação, há a questão da pirataria digital e da não remuneração dos compositores e dos músicos, que acabam sendo lesados.

Pretende usufruir desse meio novamente?

Agora, lançar um disco exclusivamente pela internet, eu não sei... Talvez daqui a um ano. Mas pensamos em algumas ações, por exemplo, disponibilizar algum material inédito. O disco novo terá uma ou duas faixas com download gratuito no site. Eu também vou manter um blog para ser uma extensão do livro [“Sambazz”], para responder perguntas, esclarecer dúvidas...

Você acredita que ter se lançado em carreira solo, deixando de lado o trabalho ao lado de Simony, trouxe maior visibilidade para a sua carreira?

Quando eu acabei com a Simony, eu não tinha essa visão, eu era apenas um adolescente. Não sabia se isso teria maior visibilidade ou não. Só fui atinar com a minha própria carreira depois da adolescência, quando passei inclusive a compor. Antes, tinha uma visão muito pura, de criança mesmo. Não foi algo planejado. Com a Simony [no “Balão Mágico”], eu era apenas uma criança. Mas essa fase infantil foi muito legal, o envolvimento com a música foi muito mágico.

Quais são as suas principais influências musicais?

Eu tenho um monte! Mas a principal influência vem da música brasileira, do samba. Não é a toa que só esse ano eu já lancei dois projetos com base no samba. Os ritmos de jazz e soul também fazem parte. No Brasil, Djavam, João Bosco, Tom Jobim, Elis Regina, meu pai Jair Rodrigues, Simonal. De fora, Michael Jackson, Steve Wonder...

Por ser filho do cantor Jair Rodrigues, você sentiu alguma dificuldade ou até mesmo facilidade para se lançar na carreira artística? De que forma?

Mais me facilitou do que complicou, até porque meu pai é muito querido, tem uma carreira sólida e é muito influente nesse meio. Mas não é bem assim. No começo da minha carreira, muita gente olhava com desconfiança. Não é porque você é filho de alguém de carreira bem sucedida que você não vai lutar por reconhecimento. Às vezes, e até mais difícil. Você precisa lutar para ser reconhecido.

Vilão em "Passione", Gianecchini declara: "Mulher adora um cafajeste"



Ator promete cenas engraçadas e "calientes" ao lado de Mariana Ximenes na novela de Silvio de Abreu

Só de ouvir falar em Reynaldo Gianecchini, muitas mulheres de todas as idades vão ao delírio. Desde sua atuação em “Laços de Família”, no ano de 2000, o ator se transformou num dos maiores galãs da TV brasileira. E, a partir daí, vem arrancando suspiros do público feminino. Agora, em “Passione”, Giane dá vida ao seu primeiro vilão, Fred Lobato.

O ator, no entanto, acredita que o fato de não fazer um mocinho não acarretará numa admiração menor por parte das fãs. “Pelo contrário, vai ser maior ainda, porque mulher adora um cafajeste, mulher não gosta de homem muito bonzinho, não”, declarou Gianecchini ao Famosidades, entre risos.

“O Fred é capaz de tudo, ele tem os valores muito invertidos. Tem uma lacuna na vida dele”, contou o ator, referindo-se a um problema entre o personagem e seu pai na história do folhetim de Silvio de Abreu. “Por enquanto, sei que ele é um grande golpista.”

Apesar de toda essa frieza por parte do personagem, Giane revelou: “Não vai ser um vilão pesado, mas mais engraçado”.

Isso ficará visível principalmente nas cenas em que atua ao lado da atriz Mariana Ximenes, que interpreta Clara, também sua primeira vilã.

“Fred é mais ligado, mais esperto. Ela [Clara] às vezes escorrega, é mais burrinha mesmo”, brincou o ator. Além de cenas engraçadas, podemos esperar por mais alguns momentos “calientes”, como os desta primeira semana de exibição. “Ele tem uma relação muito louca, sexual com a [personagem de] Mariana Ximenes”, disse.

Quanto a sua expectativa, Gianecchini se mostrou bastante ansioso para saber o que o público achará da novela das 21h e também de sua atuação. “A gente trabalha que bem maluco, querendo saber como que tudo está imprimindo.”

O ator contou que o fato de Fred ser seu primeiro vilão acabou implicando também em toda uma preocupação a mais na hora de compor o personagem. “Minha preparação é muito de pegar referências, ver muito filme, desde grandes canalhas até pessoas que usam muito da sedução. Meu personagem é quase um michê”, declarou.

Gianecchini contou que, agora que está gravando os capítulos de “Passione”, ele está mais do que focado nas gravações – apenas nisso! “Todos os meus projetos ficaram para depois da novela”, contou o ator, afirmando que está muito excitado com o papel.

Cauã Reymond conta que tomou alguns tombos antes de se adaptar ao ciclismo


Ator já perdeu 3 kg por causa do ritmo de gravações de "Passione"

Cheio de dedicação ao seu novo papel em “Passione”, Cauã Reymond comentou que dar vida a Danilo Gouveia não está sendo tão fácil assim. Não por conta da atuação em si, mas por um detalhe básico: o personagem é um ciclista. “A princípio, ele só consegue enxergar o esporte”, declarou.

Por mais que goste de praticar hábitos saudáveis, como natação, corrida e surfe, Cauã andou tendo alguns probleminhas durante as gravações da nova novela das 21h. “Foi difícil de me adaptar. Eu tomei alguns tombos, paguei o maior mico”, contou o ator ao Famosidades, rindo bastante da situação.

Revelando que toda a preparação já vem desde muito antes de o elenco começar a rodar as cenas, Cauã afirmou que “o ciclismo é muito diferente”.

Além de ter perdido 3 kg por conta do ritmo das gravações, o ator chegou até mesmo a sofrer uma lesão. “Eu comecei treinando muito pesado, então machuquei a bacia.”

O ator declarou também que há um motivo especial para este esporte ter entrado com tanto destaque na trama de Silvio de Abreu. “O ciclismo está na novela porque ele é muito forte na Europa”, comentou Cauã, citando alguns países como Bélgica, Itália e Alemanha.

Atualmente, Cauã tem se dedicado apenas ao seu trabalho na TV. “Nos intervalos, estou sempre treinando, porque o personagem é um atleta”, comentou. Sobre projetos paralelos, o ator já adiantou que sua agenda não tem espaço para mais nada. “Não dá, porque quando se trata de novela das oito, você tem que estar focado”, alegou Cauã, que está envolvido com o folhetim da Rede Globo desde dezembro do ano passado.

Quanto ao fato de que a produção de “Passione” escalou um elenco de grandes estrelas para tentar alavancar a audiência do horário das oito, Cauã vê um lado muito positivo: “Eles só facilitam a nossa vida. Encenar com eles é muito mais fácil”.

Gabriela Duarte tenta, enfim, conquistar o coração do público


Intérprete de Jéssica em “Passione”, atriz faz parte de triângulo amoroso com Gagliasso e Leandra Leal

Ser filha de Regina Duarte tem, obviamente, seu lado bom. Porém, há uma responsabilidade grande a ser carregada. Talvez por isso, Gabriela Duarte, 36 anos, não seja uma queridinha do público como outras atrizes de sua geração.

O ápice da rejeição aconteceu há 13 anos, quando interpretou a mimada Maria Eduarda, em "Por Amor". Detestada pelo público, a mocinha virou vilã, com direito a um site chamado "Eu Odeio a Eduarda".

Agora, Gabriela terá em "Passione" uma nova chance de conquistar o coração dos aficcionados por novelas. Ela tem afirmado que está mais encantada do que nunca com sua personagem. “Está sendo bem divertido, uma delícia. Estou gostando de tudo”, declarou, bastante animada com o papel, em conversa com o Famosidades. Na pele de Jéssica, a atriz se mostrará uma mulher excêntrica e audaciosa, por vezes até mimada.

Sua história se baseará principalmente no triângulo amoroso com Bruno Gagliasso (Berilo) e Leandro Leal (Agostina), um casal de italianos que acaba se separando quando o rapaz muda-se para o Brasil, em busca de uma vida melhor se envolve com ela. Logo nos primeiros capítulos, Jéssica já aparece grávida na cena de seu casamento, prestes a ter seu filho!

Apesar de a trama ser bastante delicada, Gabriela afirmou que nenhum dos três de fato realizará alguma maldade: “Não há vilão ou mocinho no nosso conflito”.

Depois de ter concluído as gravações de “Sete Pecados”, em 2008, Gabriela passou algum tempo afastada das novelas da emissora. Na pele de Miriam, uma diretora de um colégio público, sua atuação não agradou nem a crítica, nem o público.

Agora em “Passione”, Gabriela contou que conseguiu encontrar uma personagem que tem diversas semelhanças com ela: “Eu tenho essa intensidade. Gosto de viver as coisas a fundo”.

A personagem, aliás, não liga para o que dizem sobre suas atitudes inovadoras. “A Jéssica não está nem um pouco preocupada com o que os outros pensam dela.” Segundo a atriz, sua filosofia de vida é a mesma: “Eu não me importo com as críticas. A vida é se importar menos com as pessoas e se preocupar mais consigo mesmo”.

Quanto ao figurino usado por Jéssica, podemos esperar roupas bem saidinhas! “Ela usa um figurino extravagante, engraçado e cheio de mistura. As roupas são todas muito curtas, sempre com peitão...”, adiantou.

Com uma declaração dessas, talvez até os homens estejam ansiosos para verificar sua atuação na trama de Silvio de Abreu, não é mesmo?!

Larissa Maciel vê em "Passione" a oportunidade de se desligar de "Maysa"


Atriz, que vive a tímida Felícia na trama, revelou que está muito feliz com sua nova personagem

Desde que protagonizou a minissérie global “Maysa - Quando Fala o Coração” no ano passado, Larissa Maciel passou a ser considerada uma atriz de grande potencial da televisão brasileira. Dona de olhos verdes bem expressivos, sua imagem costumeiramente é relacionada à da cantora.

Agora, escalada para o elenco de “Passione”, Larissa está mais do que satisfeita por poder se desligar de seu papel anterior. “Eu estou super feliz com a personagem, porque ela é uma mulher que é o oposto da que a Maysa foi. São mulheres muito diferentes”, contou a atriz ao Famosidades.

Dando vida a Felícia Lobato, a gaúcha revelou que sua personagem é bem reservada: “Ela é tímida. Acho que nem sabe quais são os sonhos dela”. Essa diferença gritante entre as personagens é o que mais tem agradado a atriz. “Quando eu recebi o texto, eu já me apaixonei na hora”, declarou.

Muito contente com a oportunidade de participar da novela de Silvio de Abreu, Larissa comentou que tem acordado feliz todos os dias. “Eu amo o que faço.”

Mayana Moura acha maravilhoso atuar ao lado de Fernanda Montenegro


Além de "Passione", atriz dá conta da banda Glass'n'Glue, que está gravando CD

De fato uma estreante quando se trata de novelas globais, Mayana Moura vem com tudo no próximo folhetim das 21h, "Passione". Na pele de uma designer de moda, a atriz dará vida a Melina Gouveia, uma mulher obcecada por Mauro, o personagem de Rodrigo Lombardi, que só a vê como uma “irmã”.

Apesar do jeitão mais frio de seu papel, a morena garante que ele não se trata de uma vilã. “Ela sabe o que quer, pois é muito obstinada. Ela realmente ama o Mauro, não é uma vontade de criança. É um sentimento de verdade”, explicou a atriz.

A intérprete de Melina revelou ao Famosidades que encontrou algumas semelhanças suas com a personagem. “Eu sou parecida com ela, sou bem direta. Normalmente, eu tomo a iniciativa”, declarou a atriz, afirmando que isso acontece também em seus relacionamentos. Ambas combinam não só no emocional, mas também no quesito “estética”. Tanto Mayana quanto a designer são bastante vaidosas! “Estou sempre maquiada, adoro isso.”

Quanto a sua preparação para não fazer feito como uma estilista, a atriz comentou que mora com uma designer, o que facilitou um pouco a sua vida, mas o processo de aprendizagem vai muito além. “Fiquei dois dias com a [estilista] Gloria Coelho e cheguei até a pôr a mão na massa”, comentou.

A personagem de Mayana, aliás, é a filha mais nova de Fernanda Montenegro, que interpreta Bete na trama. “Trabalhar com a Fernanda é maravilhoso, ela é muito concentrada no trabalho”, contou, toda animada.

Aliás, logo a atriz que ficou sabendo desse desafio que é contracenar com um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira, ela nem comemorou direito. Só passou uma frase pela sua cabeça: “Agora vamos trabalhar”.

Mayana, além de atriz, também é cantora. A frente da banda Glass'n'Glue, a bela comentou que não vai deixar o projeto musical de lado por causa do ritmo intenso de gravação da novela. “A gente está gravando um disco e as músicas já estão compostas”, adiantou. No entanto, ela avisa que a banda deu uma parada nos shows por enquanto.

Carol Dieckmann diz que está adorando fazer uma mocinha em "Passione"


Atriz interpretará jornalista que se envolve em um triângulo amoroso na trama de Silvio de Abreu

Aos 31 anos, Carolina Dieckmann tem uma vasta carreira na televisão. A atriz já fez novelas de todos os horários e interpretou mulheres com os mais diversos tipos de personalidade. Dessa vez, a gata foi escalada para viver a jornalista Diana em “Passione”.

Apesar de se envolver num triângulo amoroso que ainda vai render muita polêmica, a personagem é uma moça pura, batalhadora e de boa índole. “Eu adoro que ela é uma mocinha”, declarou a atriz.

Sem assumir se realmente tem preferência pelos papéis “do bem”, Dieckmann conversou com o Famosidades a respeito do assunto: “Não é que eu prefiro fazer mocinhas ao invés de vilãs, mas quando eu acompanho novela, eu sempre dou mais atenção para a mocinha, torço...”.

Sobre o fato de que o envolvimento de Diana com os bonitões Gerson e Mauro – Marcello Antony e Rodrigo Lombardi, respectivamente – não é tão certinho assim para uma mocinha da dramaturgia, a atriz defendeu sua personagem. Diana, na verdade, viverá um conflito interno. “É mais pelo fato de ele [Gerson] nunca ter pedido alguém em casamento, o que traz insegurança, por ele ser mais aventureiro”, explicou.

Daniel de Oliveira está ansioso para estreia de seu novo filme


Com lançamento previsto para 6 de agosto, "400 Contra 1" fala sobre o Comando Vermelho

Em sua estreia no horário nobre da Rede Globo, o ator Daniel de Oliveira dá vida a um dos filhos de Totó (Tony Ramos). Agnello Mattoli é um humilde lavrador italiano e simplesmente não suporta a ideia de continuar nessa situação: “Ele quer ir embora dali de qualquer jeito”, acrescentou Daniel ao Famosidades.

Mesmo com esse instinto de rebeldia, Agnello tem um bom coração. “Ele é uma ovelha negra da família, mas não chega a ser um vilão”, declarou Daniel. Bem humorado, o ator ainda brincou: “Esse está sendo o meu personagem favorito do momento”.

Apesar de muitos atores do elenco de “Passione” terem deixado outros compromissos – como teatro e cinema – de lado, Daniel não se desligou totalmente dos projetos paralelos. O ator contou que está bastante ansioso para a estreia de “400 Contra 1”, no qual trabalhou como protagonista ao lado de Daniela Escobar.

O filme conta a história do “Comando Vermelho” e tem estreia prevista, segundo o próprio Daniel, para o dia 6 de agosto deste ano.

Quando perguntado se prefere atuar na TV ou no cinema, ator respondeu que não costuma discernir a respeito: “Não tenho preferência, não. O importante é fazer um personagem bom. Mas tem a diferença da exposição, pois em novela [o trabalho] repercute mais”.

"Meu personagem quebrará barreiras da dramaturgia brasileira", diz Marcello Antony


Ator que viverá piloto de Stock-Car em "Passione" se sente honrado por ter sido escolhido para o papel

A Rede Globo está praticamente em contagem regressiva para a estreia da novela global “Passione”, que promete reconquistar a audiência brasileira perdida gradualmente ao longo dos últimos dez anos. Parte da aposta se deve ao elenco de peso escolhido por Silvio de Abreu, incluindo nesse time de estrelas consagradas o ator Marcello Antony.

Dando vida a Gerson Gouveia, um piloto de Stock-Car (modalidade de corrida automobilística), o ator viverá um triângulo amoroso com os personagens de Carolina Dieckmann e Rodrigo Lombardi, Diana e Mauro. “Ele se apaixona pela jornalista logo que é apresentado por ela e a pede em casamento”, comentou.

“O personagem é um desafio e acontecerão coisas com ele que vão quebrar barreiras da dramaturgia brasileira. É uma quebra de paradigmas, algo que nunca aconteceu antes. É bom saber que o Silvio [de Abreu] confia em mim para isso”, declarou Antony ao Famosidades, afirmando ainda que esta é a terceira terceira vez que trabalha com o autor de novelas.

Antony declarou que Silvio o convidou para o papel em março de 2009: “Isso já tem mais de um ano. Ele me contou do personagem inteiro, sei da trajetória dele no começo, meio e fim da trama”. Misterioso, ele não revelou que reviravoltas serão essas na vida de Gerson.

O ator comentou também que, por conta das gravações de “Passione”, deixou de lado qualquer outro projeto artístico.

“Eu não consigo. Tenho que estar 100% ligado ao meu trabalho. Se eu estivesse com teatro, cinema, eu não estaria me dedicando totalmente”. Antony se mostrou bastante focado: “Eu me considero muito profissional com o que eu faço, tanto é que essa é minha décima quarta novela”.

Adepto a uma vida mais saudável, Antony afirmou: “sempre fui muito ligado a esportes”. Em “Mulheres Apaixonadas”, por exemplo, seu personagem Sérgio estava praticamente todo dia em uma agradável competição de vôlei de praia – o que deixava sua mulher Silvia, interpretada por Giulia Gam, extremamente enciumada.

Seu personagem Cássio no folhetim “Paraíso Tropical” também lhe deu a chance de desenvolver gosto por outra modalidade esportiva – o típico futebol brasileiro. Agora, o piloto Gerson lhe trará essa novidade, mas Antony garante: “só estarei ligado a Stock-Car durante a novela”. Isso se deve ao fato de que o ator tem outras preferências. “Gosto muito de nadar, correr.” Até ginástica ele topa. “Já tenho 45 anos, eu quero ser um velhinho saudável”, contou, cheio de humor.

Perguntado também sobre sua solteirice, Antony deu um jeitinho de fugir da pergunta. “É o que a mídia tem veiculado por aí, né”, brincou. O comentário, é claro, só atiça ainda mais a curiosidade das fãs de plantão!

Para apagar fracasso de "Viver a Vida", elenco de "Passione" aposta suas fichas em Silvio de Abreu


Na festa de lançamento da novela, atores elogiaram a forma como o autor tem desenvolvido a trama

Faltando menos de uma semana para “Viver a Vida” chegar ao fim, os números são lamentáveis. A trama de Manoel Carlos tem o pior índice de audiência da década, se comparada às outras novelas exibidas pela Rede Globo no horário das oito.

O folhetim tem média de apenas 35,6 pontos do Ibope. A novela anterior, “Caminho das Índias”, registrou 38,8. O título de pior audiência da década, até então, estava nas mãos de “Esperança”, com índice de 38 pontos, que agora passa a “coroa” para “Viver a Vida”.

Independente dessa queda no Ibope ser reflexo da tendência cada vez maior de a população a procurar outras formas de lazer – como a internet – ou até mesmo de um enredo não tão bem escrito, a dúvida é uma só: “Passione”, sua sucessora, conseguirá recuperar a audiência que foi perdida gradualmente ao longo dos últimos dez anos? O elenco de peso escolhido a dedo pelo autor Silvio de Abreu tem certeza que sim!

Apesar de confessar não ter acompanhado a trama de Manoel Carlos, o ator Reynaldo Gianecchini tenta uma comparação: “A do Silvio é uma novela de muita ação, muito rápida. Há muita reviravolta, história e muito personagem bom, com um núcleo engraçadíssimo, que o autor constrói muito bem”.

Para Giane, o que irá garantir que o público se encante com a novela é a diversidade de temas abordados na trama. “Tem de tudo nessa novela”, afirmou o intérprete do vilão Fred Lobato ao Famosidades, durante a festa de lançamento de “Passione”, realizada na noite da última segunda-feira (10), na Casa Fasano, em São Paulo.

Marcelo Médici, que confessou se sentir realizado ao trabalhar numa novela do autor, tem a melhor expectativa possível. “Do Silvio eu sou fã, sempre quis fazer uma novela dele”, contou o ator e comediante, que pode trabalhar com o dramaturgo pela primeira vez em “Belíssima”, exibida entre os anos de 2005 e 2006.

Médici contou que já tinha praticamente o intimado a ser "convidado" para trabalhar em uma de suas tramas, relembrando uma brincadeira antiga que havia feito. “Silvio, eu sou ator. Se eu não fizer uma novela sua, eu vou ficar frustrado”, contou aos risos.

Depois de ter ficado um tempo longe do horário nobre global, Gabriela Duarte volta com tudo, interpretando Jéssica – que fará parte de um triângulo amoroso com os personagens de Bruno Gagliasso (Berilo) e Leandra Leal (Agostina). “A novela do Silvio tem todos os ingredientes que precisa para prender o público, não adianta inventar muito. Suspense, amor... Essas coisas fazem parte do folhetim e é disso que uma novela precisa.”

Bianca Bin, que veio direto da última fase de “Malhação” para o horário nobre da Globo, confessou que a expectativa para saber qual será a impressão do público é muito grande. O ator Daniel de Oliveira aposta que “Passione” tem “tudo para dar certo”: “Silvio de Abreu é craque em nos envolver, ele tem um texto bem escrito, sabe mexer com os personagens e nos deixar curiosos”.

Até mesmo Geovanna Tominaga deu seu pitaco sobre o assunto. Fã de novelas, a apresentadora do “Vídeo Show” confessou que tem todas as expectativas quanto à superprodução de Silvio de Abreu. “Já ouvi dizer que as imagens estão maravilhosas. A trama é muito bacana e o elenco é demais”, comentou a moça, que estava na festa a trabalho.

Convidado especialmente já em março de 2009 por Silvio de Abreu para dar vida ao personagem Gerson, o piloto de Stock-Car da trama, Marcello Antony definiu o que prenderá a atenção do público em uma palavra: “A paixão”. Rodrigo Lombardi, que trabalhará ao lado de Antony como seu rival na luta pelo amor de Diana, a personagem de Carol Dieckmann, definiu o que acreditar ser essa paixão. “Transbordamento. É aquilo que não podemos e nem conseguimos conter.”

Agilidade é a palavra usada por Larissa Maciel – que trabalha pela primeira vez em uma novela global – para descrever o folhetim. “Quase todos os personagens vão sofrer uma reviravolta. Acho que é isso que vai fazer com que o público queira acompanhar a novela”, declarou a atriz.

Até mesmo a majestosa Fernanda Montenegro aposta que o sucesso da novela se dará, principalmente, por causa da forma como o enredo vem sendo conduzido pelo autor. “É uma novela de Silvio, um craque! É a sexta vez que tenho a honra de fazer uma novela dele”, declarou, animada.

Com estreia marcada para o dia 17 de maio, espera-se que “Passione” se mostre superior a sua antecessora, reconquiste o público e, acima de tudo, que – mesmo com textomagistral e elenco de peso – a trama não decepcione ao longo dos capítulos, como várias vezes tem acontecido ao longo da década.

"Ricky Martin foi muito corajoso de assumir a homossexualidade", diz Enrique Iglesias


Em rápida passagem pelo Brasil, cantor espanhol falou também sobre seu novo CD "Euphoria"

Jovem, talentoso, bonito... Além de tudo, uma celebridade internacional. Não é de se admirar que em sua rápida passagem pelo Brasil, o cantor espanhol Enrique Iglesias causaria tanto furor.

Hospedado em São Paulo para o lançamento da linha de perfume “Azzaro Pour Homme” – a qual o filho de Julio Iglesias é atualmente o representante global – Enrique se limitou a falar rapidamente com a imprensa, em sua aparição em um barzinho da capital paulista, na última noite de terça-feira (11).

Entrevistado pela modelo e atriz Letícia Birkheuer, o cantor latino falou a respeito da polêmica que envolveu Rick Martin no último mês de março, ao revelar sua verdadeira opção sexual.

“Ele foi muito corajoso, muito correto de ter assumido a homossexualidade”, declarou o cantor, afirmando que ambos têm uma boa amizade.

Sobre seu CD novo, o “Euphoria” – com data de lançamento prevista para o mês de julho deste ano – o cantor adiantou novidades interessantes. “O CD é um projeto novo, gostoso, que eu gostei muito de fazer.” Segundo Iglesias, há diversas músicas que mesclam a língua espanhola e a inglesa.

Com relação a sua parceria com a marca de perfumes masculinos “Azzaro”, o bonitão falou a respeito das fotos que fez para a campanha, em Nova York. “Steve Klein é um de meus fotógrafos favoritos”, declarou o artista internacional – que aprovou suas imagens destinadas à publicidade. “Eu gosto da campanha que me vincula à marca.”

Enrique confessou que tem, sim, um cantor que admira em nosso país: “Adoro Caetano Veloso”. O Brasil, aliás, é um país que o cantor gosta de trabalhar, tanto é que declarou já ter passado por aqui ao menos umas 30 vezes.

Quando se trata do assédio exagerado dos fãs, ele tira de letra, dizendo que isso não o incomoda: “Não, faz parte. Algumas vezes eu fico de mau humor, mas não é tanto por isso”. Apesar dos boatos de que sua namorada, a jogadora de tênis Anna Kournikova, esteja grávida, o cantor apenas negou tudo.

"Não estou aqui para agradar a gregos e troianos", declara Fiuk sobre críticas a sua música


Fã grupo americano Paramore, vocalista da banda Hori compôs música para o filme "Eclipse"

De um instante para o outro, a carreira de Filipe Galvão simplesmente decolou. Além de todo o sucesso que o intérprete de Bernardo Oliveira vem fazendo como protagonista da décima sétima temporada de “Malhação”, o ator também vem se dedicando à carreira de músico.

Fiuk – como é mais conhecido por aí – é vocalista de uma banda de rock chamada Hori, que traz consigo uma legião de fãs por onde quer que passe. Entretanto, essa aprovação por parte do público está ligada também à crescente onda de críticas por parte da mídia. Depois que o cantor regravou o sucesso “Só Você” de Fábio Jr., seu pai, não há quem não tenha falado mal de seu trabalho como cantor.

O próprio Fábio Jr. não é de elogiar o trabalho do filho com tanta facilidade. “Meu pai é meu ídolo. Me cobra muito. Demorou cinco anos para eu ganhar meu primeiro parabéns”, revelou o cantor ao Famosidades.

O jovem artista de apenas 19 anos, porém, não está nem aí para o que falam. “Eu não estou aqui para agradar a gregos e troianos. Não dou bola para isso, o que vem de baixo não me atinge”, declarou, bastante tranquilo – mostrando que realmente não se importa.

Com tanta gente dando pitaco em seu trabalho, Fiuk acabou lembrando-se de uma conversa que teve certa vez com Fábio Jr. sobre ser ou não um bom artista. “Você já ouviu alguém falando mal de você?”, seu pai lhe perguntou. “Não? Então é porque você não está fazendo direito ainda”, respondeu Fábio Jr. É assim que o cantor pensa, tentando imaginar um motivo para tantas críticas: “Eu vejo como dor de cotovelo”.

Outra confusão com a qual a banda Hori tem lidado desde que se tornou conhecida nacionalmente é a de que faz música baseada no estilo emocore. “A gente não é emo, mas se fosse, falaria. Não tem porque ter preconceito”, afirmou Fiuk.

O cantor atribuiu esses julgamentos errados sobre o estilo musical da banda ao sucesso que a Hori vem fazendo entre os ouvintes. “A única merda é que [a banda] caiu no gosto popular”, comentou, dizendo que isso é, na verdade, hipocrisia. De fato, o som produzido pelo grupo é outro: “A gente é rock, pop rock”.

Sobre as influências musicais que fazem cabeça do quinteto, cada um tem um gosto particular que vai desde a moda de viola ao rock anos 1970, do sertanejo universitário ao estilo pop de Michael Jackson e Lady Gaga. Fiuk, o vocalista, também falou sobre suas bandas e cantores prediletos: “Eu gosto muito de John Mayer, Paramore, Incubus e Jamie Cullum”. Já no âmbito nacional, o cantor revelou que curte as músicas do Legião Urbana e do grupo Charlie Brown Jr. no início da carreira.

No entanto, os cinco integrantes da Hori têm uma resposta unânime quanto a quem gostariam que dividisse os palcos com eles em um show: Hayley Williams, a vocalista da banda norte-americana Paramore.

Dá até para comparar o sucesso meteórico da Hori no Brasil com a grande paixão teen que dominou o mundo todo por causa da saga de filmes “Crepúsculo”, da autora Stephenie Meyer. As duas manias, inclusive, agora têm uma ligação entre si.

Não está entendendo? É bem simples: a banda de Fiuk gravou uma música que fará parte da trilha sonora de “Eclipse”, o terceiro filme sobre a história de amor entre o vampiro Edward Cullen e a mortal Bella Swan. “Convidaram a gente para fazer uma música, então eu assisti aos dois filmes, de uma só vez. Na hora ‘baixou’ a música inteira. A galera aprovou e ela está na trilha”, contou.

As fãs, aliás, podem esperar outras grandes novidades por aí! Além de um videoclipe recém-gravado para a música “Linda Tão Linda” – que Fiuk definiu como “sensual” – a banda Hori promete lançar em breve um DVD e, na sequência, ir para o estúdio gravar um novo disco.

Com uma agenda tão tumultuada e nesse ritmo frenético de apresentações, gravações e shows, quando que a banda tem um tempinho para descansar? Segundo Fiuk, isso não existe no cotidiano do grupo: “A gente tira férias no palco, é o ano inteiro”.

"A rejeição faz você crescer muito mais do que ser aceito", diz Tessália


Durante a coletiva de imprensa da "Playboy", a ex-sister falou sobre rejeição do público, crescimento pessoal e, claro, "BBB"

A paranaense Tessália Serighelli sabe como se destacar no meio da multidão. "Eu sou uma pessoa que não deixa passar oportunidades", definiu-se durante coletiva de imprensa da revista "Playboy", para a qual a publicitária posou logo após deixar o reality show "Big Brother Brasil".

Apesar de ter saído com 78% de rejeição do público, por enquanto o maior número desta edição, a jovem de 22 anos considera que ter feito parte do programa valeu a pena. "A rejeição faz você crescer muito mais do que ser aceito", afirmou Tess ao Famosidades, contando que isso a fez rever suas atitudes e mudar.

Referindo-se ao Twitter, meio pela qual Tessália já era extremamente conhecida antes mesmo da atração global, Tessália confessou que até mesmo suas conversas por meio do microblog já não são as mesmas de antes. "A principal mudança foi o foco das conversas", que hoje tem se baseado bastante nos últimos acontecimentos do 'BBB'", declarou.

Quanto a sua participação de menos de um mês no reality show, Tessália deixou claro que não se arrependeu da experiência. "O BBB foi um aprendizado. Vejo isso até pelo lado social e psicológico. Para mim foi bacana", afirmou ela.

A coletiva da "Playboy", realizada na Editora Abril, rendeu ainda todo tipo de assunto que se pode imaginar: Michel, "BBB10", fotos sensuais para a revista e até mesmo sobre sexo oral.

Dentro da casa, a publicitária já estava envolvida com polêmicas a respeito de seu envolvimento com Michel, o que despertou uma grande dúvida em cada um de nós: rolou sexo na casa entre o casal ou temos uma imaginação muito criativa?

Apesar de ter afirmado que sim durante uma brincadeira entre os participantes no dia 25 de janeiro, Tessália preferiu se explicar durante a coletiva: "Tudo não passou de uma brincadeira, que depois foi entendida de maneira equivocada”, garantiu a morena, que se mostrou mais contida quanto ao assunto.

Se você já viu a capa da edição de março da “Playboy”, certamente entendeu o recado: há uma alusão bastante explícita quanto à possibilidade de que Tessália tenha ido além dos beijinhos com Michel.

Não só a capa, mas também as fotos, mostram a morena tomando sorvete, chupando pirulito e até brincando com uma mangueira jorrando água em sua boca. Bastante sugestivo, não?! "Eu acho bacana brincar com isso, vai do olhar de cada pessoa", divertiu-se Tessália.

Dentre todos os cliques feitos pelo fotógrafo J. R. Duran, aliás, a imagem predileta da morena é uma foto frontal, numa varanda, na qual ela cobre suas costas apenas com um edredom - e nada mais! "Eu fiquei tranquila, o ensaio foi divertido, gostoso de fazer, de brincar com os elementos propostos", confessou Tessália.
A paranaense ainda contou que um dos motivos para topar fazer o ensaio foi o renomado J. R. Duran. "O cachê não foi a parte mais importante, mais decisiva", declarou a bela, contando que se sentiu bastante à vontade na hora de fazer as fotos. "Eu não bebi nada de álcool para me soltar. Fiquei nervosa no começo para conhecer o Duran, porque gosto do trabalho dele", revelou ela.

Mas será que Tessália se sentiria tranquila para posar ao lado de outra mulher, como andam sugerindo que Cacau e Morango façam? "Talvez com uma amiga eu me sentisse a vontade, depende da pessoa", contou ela, já deixando claro que não o faria ao lado de outra ex-participante do "Big Brother Brasil".

Melhor para Michel, que se mostrou bastante ciumento ao longo do programa. O publicitário havia se irritado quando outros brothers cogitaram que sua namorada iria posar para a revista "Playboy”. “Espero que ele reaja bem, que ache bonito. Ele não deixou muito claro, às vezes que ia achar bacana, outras vezes mais enciumado”.

E o que podemos esperar de Tessália Serighelli e seus trabalhos durante os próximos meses? "Depende das oportunidades que vão surgir daqui em diante. Estou aberta [a propostas]. Se eu pudesse escolher, escolheria tudo", contou a publicitária.

Por enquanto, tudo o que temos é a informação de que a “Playboy”, em que Tess aparece em poses cheias de sensualidade e ousadia, será lançada no dia 9 de março. Daí em diante, o que nos resta é esperar para saber quais serão as próximas oportunidades que a ex-BBB, com bastante astúcia, irá aproveitar. Nisso, a garota é expert!

Por Onde Anda: Br'Oz


Saiba o que estão fazendo hoje os ex-integrantes da boy band revelada no programa "Popstars"

No ano de 2003, com aproximadamente 35 mil inscritos para participar do extinto reality show "Popstars", do SBT, apenas cinco rapazes chegaram à final. Depois de várias etapas e processos seletivos para descobrir, entre tantos aspirantes à fama, quem eram os mais talentosos, Filipe Duarte, Matheus Herriez, André Marinho, Oscar Tintel e Jhean Marcell levaram a melhor e, juntos, deram início ao grupo Br'Oz.

A boy band, que foi um fenômeno entre as jovens naquela época, logo lançou seu primeiro CD, "BR'OZ", vendendo o equivalente a cerca de 350 mil cópias em menos de um ano. Estouraram com a música "Prometida" e, logo em seguida, com "Tudo o Que Você Quiser". O Br'Oz surgiu apenas um ano depois do grupo Rouge, também revelado pelo programa "Popstars". As duas bandas chegaram, inclusive, a lançar uma música - "Por Amor" - e a viajar juntas em turnê pelo país.

Em 2004, foi lançado um novo CD, intitulado "Segundo Ato", trazendo os hits "Vem Pra Minha Vida" e "Se Você Não Está Aqui", de gênero mais romântico. O ano seguinte, porém, lhes reservou uma surpresa desagradável: a boy band chegou ao fim no ano de 2005.

Segundo André Marinho, "na época, o mercado da música pop teen não atravessava um grande momento". Além disso, ele contou que surgiram "conflitos de interesse entre os proprietários [da gravadora], que preferiram investir em outra história". André desmente qualquer boato de briga entre os cinco, tanto é que a amizade dura até hoje e vários deles são padrinhos de casamento uns dos outros. Jhean Maciell falou ainda sobre as questões burocráticas que levaram ao fim da boy band. "Encerrou o contrato, o que não permitia que a gente continuasse juntos por um tempo", relembrou.

Insistentes, os garotos decidiram se reunir mais uma vez no final de 2007, a fim de tentar dar um recomeço para a banda, mas a tentativa não deu certo. Um a um foi desistindo do projeto, até que ele foi deixado de lado por todos, segundo sua versão.

Com o fim do grupo musical, André, Matheus, Jhean, Oscar e Filipe vivem cada um por si e, apesar de continuarem bastante amigos, tocam projetos paralelos - todos eles referentes à música, a verdadeira paixão desses garotos. O Famosidades, é claro, foi conferir por onde andam e que atualmente têm feito os cinco ex-integrantes do Br'Oz. Confira!

Matheus Herriez

Com o fim da banda, o ex-integrante Matheus Herriez decidiu voltar a tocar com a sua antiga banda, a "KM7NOVE". Paralelamente, também lançou seu primeiro disco solo, o "Ser o que Sou", com suas faixas disponíveis na Internet - inclusive em seu MySpace.

No início deste ano, Matheus esteve ao lado de dois amigos no "Projeto RIVOTRIO", em Sorocaba (interior de São Paulo), fazendo shows acústicos de música pop rock, gênero musical que realmente gosta. Sobre projetos futuros, o rapaz prefere não falar a respeito até desenvolvê-los com mais solidez.

Quanto à vida pessoal, o cantor casou-se com Lissah Martins em 2009, fez parte do também extinto grupo Rouge, porém usando o nome Patrícia. O início do relacionamento vem desde os tempos de turnê dos dois, apesar de o namoro só ter sido publicamente assumido em 2006. Ambos apaixonados por música, o casal chegou até a lançar uma música romântica juntos chamada "Mentiras, Poesias e Flores".

Filipe Duarte

Logo após o fim do grupo "Br'Oz", Filipe Duarte foi convidado para fazer parte do grupo de pagode Os Travessos, em 2006. Quando Fabinho Mello, o vocalista da banda, decidiu seguir carreira solo, a situação do ex-Br'Oz ficou melhor ainda, pois Filipe ganhou a oportunidade de lançar-se nos vocais, função que exerce até hoje.

Dentre os sucessos emplacados pela banda desde que Filipe tornou-se vocalista, destaca-se "Te liguei", do álbum "Frente a Frente", produzido em 2007. No ano passado, os pagodeiros também divulgaram os hits "Você Não Quis Me Ouvir" e "Para".

André Marinho
André Marinho não se esquece dos bons frutos que colheu na época em que fez parte da boy band. "A fama com o Br'Oz era algo maravilhoso. Foi a primeira grande oportunidade de ter um trabalho reconhecido. Aprendi a ser artista, a ser cantor", declarou ele.

Com o fim do grupo musical teen, foi a vez de tentar seguir carreira solo. Em 2007, lançou pela gravadora Zaid Records o álbum "Livre pra Voar".

O cantor, no entanto, hoje se sente muito mais realizado do que nunca. Atual vocalista do grupo de pagode "Cupim na Mesa" desde 2008, André pode se envolver com samba, que considera ser sua verdadeira raiz. A visibilidade de seu trabalho, aliás, ele considera muito maior e mais positiva. "Para você ter uma ideia, eu já viajei fazendo show com muito mais do que com o Br'Oz", contou.

Entre abril e maio do ano passado, André e sua banda lançaram o CD "Cupim na Mesa Ao Vivo na Balada" e, de acordo com o cantor, eles fazem mais ou menos 25 shows por mês em todo o país. "Minha realização como artista hoje é maior", afirmou com orgulho.

Oscar Tintel
Também seguindo no gênero de pagode, Oscar Tintel hoje faz parte de uma banda carioca chamada "Eterno Astral", com quem vem trabalhando desde agosto de 2008. O grupo, aliás, acaba de lançar o seu primeiro CD e vem divulgando a música de trabalho "Deixa em Off", carro-chefe da turnê que estão fazendo em 2010.

Desde o fim do Br'Oz, o rapaz também lançou-se como compositor de músicas e teve suas letras gravadas por vários outros artista, como por exemplo o grupo Exaltasamba e o cantor Rodriguinho - com quem chegou a fazer uma turnê logo após o fim do grupo Br'Oz.

Jhean Marcell
Jhean Marcell decidiu lançar-se em carreira solo e logo divulgou sua primeira canção, chamada "Além do Sol". Deu continuidade aos projetos musicais por cerca de dois anos, quando viajou para os Estados Unidos. No exterior, fez sua pós-graduação relacionada a Negócios pela Internet, que durou até o meio de 2009.

Quando voltou ao Brasil, no mês de julho do ano passado Jhean e seu pai decidiram dar início a uma empresa, na área de tecnologia, logística e com foco em educação e treinamento, a qual o músico dedica-se até hoje. Este, no entanto, não é seu único prazer. "Na verdade, música a gente nunca abandona", declarou.

O cantor conta ainda que continua fazendo planos relacionados à música. "Eu tenho o meu disco [Jhean Maciell] e provavelmente eu vá lançá-lo até o meio do ano, mas sem compromisso nenhum. Muito mais por satisfação do meu ego e por diversão do que por dinheiro", fez questão de explicar. Tanto é que ele disponibiliza as músicas pela Internet, em seu "MySpace".

"Sou o único que não seguiu carreira profissional artística, mas percebi que meu sonho era ser músico, não artista", revelou Jhean, dizendo ainda que o mundo artístico o assusta um pouco. "Eu não me sentia bem. Gostava de gravar, compor em estúdio", disse. Tanto é que Jhean tem um estúdio em sua própria casa em Uberlândia, Minas Gerais. "Minha principal falta era de palco e estúdio, o que eu posso suprir", afirmou.